Arte aleatória: Bangalô.

Penso nessa arte como um momento de catarse existencial, onde eu só queria realizar um único desejo: em um lugar tranquilo ali estar. Por mais distante que se viva, seja no pé da serra ou no coração do sertão, no extremo mais desconectado, vez por outra, nos sentimos “sufocados”. Então, para quê tanta correria? Já pensou nisso? Se formar, trabalhar, estudar, trabalhar, trabalhar mais ainda. Enfim, tudo se justifica pelo simples fato que temos que sobreviver. Viver realmente está sempre em segundo plano nessa busca desenfreada por algo que se pode acumular.

Pensar em uma ilha deserta ou até mesmo um bangalô no meio do mar para onde você possa ir sempre que quiser desopilar é um pensamento comum, todavia, aleatório. Quando fiz essa arte era o sentimento que tinha no momento. Eu poderia jurar que naquele momento nem tudo era necessário. Esse lugar faz com que aquela “correria” seja desnecessária. No meu imaginário é um ideal.

Todos temos nossos refúgios imaginários ou não? Pensando sobre essas coisas fiz esse bangalô de dois andares no meio do mar, onde é possível nadar, pescar, ler um bom livro: talvez “o velho e o mar”.

Publicado por Orlando Lima

Sou servidor público, casado, pai de Davi, administrador e especialista em Gestão de Projetos. Faço arte digital no meu tempo livre além de desenvolver conteúdo sobre administração e áreas afins.

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